Celular sobrevive a queda de 3 mil metros em experimento de estudante goiano
Pedro Augusto, estudante de engenharia da UFG, realizou experimento com balões de hélio para coletar dados atmosféricos e surpreendeu ao encontrar o aparelho intacto.
Um estudante de engenharia da Universidade Federal de Goiás (UFG) protagonizou um experimento científico inusitado em Goiânia. Pedro Augusto, de 18 anos, amarrou um celular a balões de gás hélio e o soltou para voar a mais de 3 mil metros de altitude. Para a surpresa de muitos, o aparelho resistiu à queda e continuou funcionando normalmente.
Experimento bem-sucedido
O jovem usou um Samsung Galaxy S10e, de 2019, modificado para pesar apenas 130 gramas, com o intuito de facilitar a subida dos balões. O experimento foi realizado no último domingo (31) no Setor Sudoeste, em Goiânia, onde Pedro mora. O objetivo era coletar dados atmosféricos e imagens aéreas que serão analisados posteriormente.
Após cerca de 40 minutos de voo, o celular percorreu 6 quilômetros e caiu em uma praça, também no Setor Sudoeste. Segundo Pedro Augusto, a leveza do aparelho e a possibilidade de ter batido em uma árvore antes de tocar o chão contribuíram para que ele não se quebrasse.
Repercussão nas redes sociais
O feito chamou a atenção nas redes sociais, onde o vídeo do experimento já acumula mais de 2,4 milhões de visualizações. Pedro Augusto não esperava tamanha repercussão e acredita que o uso de um celular para tal experimento tenha gerado curiosidade.
Segurança e precauções
Sobre a segurança do experimento, Pedro reconheceu que havia uma remota possibilidade de o aparelho atingir alguém durante a queda, mas destacou que a probabilidade é muito baixa. Ele também prendeu um papel com seu número de telefone ao celular, caso alguém o encontrasse antes dele.



