Política

Carlos Bolsonaro critica ausência de reação da direita sobre empresa ligada ao PCC em Goiás

Pré-candidato ao Senado, Carlos Bolsonaro aponta falta de ‘equivalência’ nas críticas à gestão de Ronaldo Caiado em relação a empresa suspeita de ligação com o PCC.

O pré-candidato ao Senado Carlos Bolsonaro (PL-SC) expressou críticas nesta segunda-feira (1º/6) sobre a falta de reação da direita em relação ao caso de uma empresa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) contratada durante a gestão do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro destacou a ausência de “equivalência” nas reações comparando com as críticas feitas a Flávio Bolsonaro, seu irmão, por suas trocas de mensagens com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Segundo informações, o governo de Caiado fechou contratos de pelo menos R$ 209 milhões com uma organização social de saúde, cujos fornecedores estavam ligados a Thiago Telles Batista de Souza, suspeito de participar de um esquema de lavagem de dinheiro do PCC em São Paulo.

Comparações Políticas

Carlos Bolsonaro questionou o silêncio da direita ao comparar o caso ao envolvimento do partido Novo com Vorcaro. Ele se referiu à doação de R$ 1 milhão feita por Henrique Vorcaro, pai de Daniel, ao partido Novo durante a campanha de reeleição de Romeu Zema ao governo de Minas Gerais em 2022.

“Infelizmente só vejo o silêncio e a cegueira permitida mais uma vez”, afirmou Carlos em suas redes sociais, pedindo mais explicações sobre o caso em Goiás.

GED

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