Polícia

Justiça encerra ação do goleiro Bruno contra Meta após prisão

A Justiça extinguiu a ação judicial movida por Bruno Fernandes contra a Meta, após o goleiro ser preso por violar regras de liberdade condicional.

A Justiça decidiu encerrar a ação judicial movida pelo goleiro Bruno Fernandes contra a Meta, controladora do Facebook e Instagram. A decisão veio após a prisão do atleta em 8 de maio, em São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro. Bruno estava foragido desde que descumpriu as condições impostas para a manutenção de sua liberdade condicional, concedida após sua condenação pelo assassinato de Eliza Samúdio.

Decisão Judicial

O juiz do 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes extinguiu o processo em 18 de maio, argumentando que presos não podem ser parte de ações que tramitem nos juizados especiais, uma vez que as audiências de conciliação exigem a presença física das partes. Bruno, que se encontra detido, não poderia comparecer.

Antes de sua captura, Bruno havia solicitado duas vezes para participar da audiência virtualmente, mas ambos os pedidos foram negados devido à exigência de presença presencial. A extinção do caso não se deu pelo mérito da ação, o que permite que Bruno possa reabrir o processo na Justiça comum.

Entenda o Caso

Bruno Fernandes havia processado a Meta em 30 de março, alegando que seu perfil profissional no Instagram estava apresentando falhas, fazendo com que terceiros acreditassem que sua conta havia sido excluída ou desativada. Segundo ele, o perfil ainda está ativo, mas sua visibilidade para o público brasileiro foi comprometida.

GED

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