Antenado

Os bastidores da política goiana estão cada vez mais agitados. Partidos articulam chapas, disputam alianças e reorganizam forças de olho nas eleições de 2026.

🟩 UB monta força

O União Brasil acelera a montagem de uma chapa robusta para deputado federal em Goiás, com nomes como Fátima Gavioli, José Nelto, Pedro Sales e Delegado Waldir. Nos bastidores, o governador Ronaldo Caiado avalia o desenho final, enquanto a permanência de Silvye Alves ainda é dúvida. A estratégia é clara: formar uma nominata com pelo menos quatro puxadores de votos para garantir cadeiras com folga.


🟩 PL dividido

O PL tem nomes competitivos, mas enfrenta ruídos internos. Estão no radar Magda Mofatto, Major Vitor Hugo, Fred Rodrigues e o senador Wilder Morais como articulador político. A ausência de lideranças em eventos recentes expôs fissuras, o que pode comprometer o desempenho da chapa, mesmo com potencial para eleger até cinco deputados.


🟩 PT mira três

O PT trabalha com meta objetiva: três cadeiras na Câmara. A base está na reeleição de Adriana Accorsi e Rubens Otoni, com possível entrada de Edward Madureira. Nos bastidores, o partido ainda avalia nomes da academia e movimentos sociais para fortalecer a nominata e evitar risco no quociente eleitoral.


🟩 Federação em ação

Sob comando de Bruno Peixoto, a federação PRD/Solidariedade avança com uma chapa ampla e estratégica. Entre os nomes estão Lucas Calil, Luiz Sampaio, Denes Pereira, Pedro Canedo, Maria Yvelônia e o ex-BBB Dhomin. A lógica é combinar voto popular com capilaridade regional para surpreender na distribuição de cadeiras.


🟩 PSB em construção

A vereadora Aava Santiago lidera a montagem da chapa do PSB, com foco em diversidade regional. O partido ainda tenta consolidar nomes de peso, como o ex-deputado Elias Vaz, enquanto busca ampliar presença fora da capital para atingir o quociente eleitoral. O jogo de 2026 em Goiás passa menos por nomes isolados e mais pela engenharia das chapas. Quem errar na montagem pode ficar fora, mesmo com votação expressiva.


🟩 Republicanos amplia

O Republicanos se movimenta para crescer na bancada federal. A chegada de Lêda Borges fortalece a sigla, que também articula nomes como Ricardo Quirino, Hildo do Candango e tenta atrair Marussa Boldrin. O partido aposta em voto consolidado no interior e base evangélica.


🟩 PP mantém base

O PP aposta na manutenção de sua representação com Adriano do Baldy, nome consolidado eleitoralmente. A estratégia é reforçar a chapa com nomes técnicos e lideranças regionais para garantir competitividade sem depender de muitos puxadores.


🟩 MDB observa cenário

Mesmo sem liderar a corrida das nominatas, o MDB acompanha de perto o cenário. Com Daniel Vilela no centro do projeto majoritário, o partido pode ajustar sua chapa federal com nomes estratégicos e alianças pontuais para não perder espaço na Câmara.


🟩 PSD articula pesado

Com Ronaldo Caiado no protagonismo nacional, o PSD trabalha para montar uma chapa forte com nomes como Vanderlan Cardoso, Ismael Alexandrino, Gustavo Mendanha (ou Mayara Mendanha) e Fátima Gavioli. A meta é clara: eleger de três a quatro deputados federais.


🟩 Vice em aberto

O vice-governador Daniel Vilela mantém o jogo aberto sobre a escolha do vice para 2026 e evita antecipar decisões. Em declaração recente, afirmou que a definição só virá após os prazos de filiações e que o critério será encontrar um nome que agregue ao projeto eleitoral.


🟩 Mendanha no radar

Nos bastidores, o nome do ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, surge como possível vice. Com base eleitoral consolidada na região metropolitana, ele aparece como peça capaz de ampliar votos e equilibrar a chapa. Outras lideranças também se movimentam.


🟩 Sem aliança

A deputada federal Adriana Accorsi descartou qualquer possibilidade de aliança do PT com o ex-governador Marconi Perillo nas eleições de 2026. Segundo ela, o apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva é critério inegociável, o que inviabiliza a composição. Ela também rebate declarações de Delúbio Soares, reforçando que decisões passam pela direção estadual da sigla.


🟩 Nome indefinido

Apesar da negativa de alianças, o PT em Goiás ainda não definiu quem disputará o governo estadual. A sigla trabalha com a construção de chapas proporcionais competitivas dentro da federação e mantém negociações com partidos da base nacional. Nos bastidores, a estratégia é alinhar o nome escolhido ao projeto de reeleição de Lula, enquanto busca ampliar a bancada.


🟩 Nova base

O Mobiliza, comandado por Reginaldo Melo, abriu espaço e já articula uma chapa competitiva com quatro deputados estaduais: Cristiano Galindo, Gugu Nader, Veter Martins e Dra. Zeli. Três já estão oficialmente filiados, enquanto Zeli aguarda formalização. A estratégia prioriza nomes com mandato e suplentes com votação relevante para atingir o quociente eleitoral.


🟩 Troca de lado

O deputado estadual Paulo Cezar Martins deixou o PL e se filiou ao MDB em ato realizado no diretório regional do partido em Goiânia. Com histórico ligado ao emedebismo, o parlamentar afirma que retorna às origens após convite direto do vice-governador Daniel Vilela.


🟩 Base reforçada

A filiação integra uma estratégia mais ampla de Daniel Vilela para fortalecer sua base visando 2026. Nas últimas semanas, o MDB também avançou sobre lideranças municipais e prefeitos do interior, consolidando um movimento de migração de quadros do PL para o grupo governista. Nos bastidores, o gesto é visto como organização antecipada da chapa.

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