Veterinária orienta sobre como oferecer petiscos a cães de forma saudável
Veterinária Sylvia Rocha Silveira Pires explica quais petiscos são seguros para cães e como evitar excessos que podem prejudicar a saúde do animal.
Oferecer petiscos aos cães é uma prática comum entre os tutores, mas é importante ter cuidado para que essa prática não afete a saúde dos animais. A veterinária Sylvia Rocha Silveira Pires destaca que, para manter uma dieta equilibrada, os petiscos não devem ultrapassar 10% das calorias diárias consumidas pelo cão. Exceder esse limite pode resultar em ganho de peso e desbalanceamento nutricional.
Opções seguras de petiscos
De acordo com a profissional, os melhores petiscos são aqueles com ingredientes de boa qualidade e composição simples. Além dos produtos industrializados próprios para cães, é possível oferecer alimentos naturais como pequenos pedaços de cenoura, maçã sem sementes, banana ou frango cozido sem tempero. A escolha deve considerar o tamanho, a idade e as condições de saúde do animal.
Alimentos que devem ser evitados
Alguns alimentos são considerados tóxicos para os cães e devem ser evitados, como chocolate, uvas, uvas-passas, cebola, alho e produtos com xilitol. Petiscos gordurosos, salgados ou com excesso de ingredientes e aditivos também não são recomendados. Caso o animal apresente sintomas como vômito, diarreia, gases, coceira, vermelhidão na pele ou alterações nas fezes após consumir algum petisco, é indicado suspender o uso e consultar um médico veterinário, especialmente se os sintomas forem persistentes.
Importância da moderação
Sylvia Rocha ressalta que os petiscos devem ser vistos como recompensas e não como substituição da alimentação principal do cão. O controle na quantidade e na frequência é essencial para manter a saúde e o bem-estar do animal.



