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Gracinha Caiado lidera ação histórica para mulheres e ganha força para 2026

Goiás Social Mulher reúne milhares de pessoas, amplia serviços sociais e coloca a primeira-dama no centro das políticas públicas voltadas às mulheres goianas

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, ganhou em Goiás uma dimensão que vai além da homenagem simbólica. A edição especial do Goiás Social Mulher 2026, realizada na Praça Cívica, em Goiânia, transformou a data em uma grande mobilização de serviços sociais voltados às mulheres.

Coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, o evento reuniu milhares de pessoas durante cinco dias e concentrou atendimentos de diversas áreas do governo estadual, com oferta de benefícios sociais, exames de saúde, emissão de documentos, vagas de emprego e cursos profissionalizantes.

O balanço divulgado durante o encerramento apontou cerca de 750 mil atendimentos realizados ao longo da programação e circulação estimada em 150 mil pessoas na estrutura montada no Centro da capital.

A iniciativa integra o programa Goiás Social, política pública que reúne ações de assistência social, geração de renda e inclusão voltadas à população em situação de vulnerabilidade.

O evento também ampliou a visibilidade da atuação social da primeira-dama no Estado, em um momento em que seu nome aparece entre os citados nos bastidores políticos para a disputa ao Senado nas eleições de 2026.

Goiás Social ganha dimensão estadual

A edição especial do Goiás Social Mulher concentrou em um único espaço uma série de serviços que normalmente estão distribuídos em diferentes órgãos do Estado.

Na Praça Cívica, mulheres tiveram acesso a atendimentos médicos, exames de mamografia, consultas oftalmológicas, vacinação, emissão de documentos, orientações sociais e encaminhamento para vagas de trabalho.

O modelo de integração de serviços permitiu que uma cidadã que procurasse atendimento específico também fosse beneficiada por outras ações disponíveis no local.

Oportunidade e geração de renda

Entre os principais focos do programa está a ampliação das oportunidades de emprego e qualificação profissional.

Durante o evento, a Secretaria da Retomada ofertou 12 mil vagas de trabalho, além de inscrições em cursos profissionalizantes oferecidos pelos Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás (Cotec).

Programas de incentivo ao empreendedorismo também ganharam destaque, com apoio para mulheres que desejam iniciar pequenos negócios ou ampliar atividades já existentes.

Programas sociais voltados às mulheres

Diversos programas estaduais voltados ao público feminino foram integrados ao evento.

Entre eles estão iniciativas como Mães de Goiás, Goiás por Elas, Dignidade Menstrual, Crédito Social, ProBem e ações de apoio à agricultura familiar.

Esses programas têm como objetivo ampliar a segurança alimentar, garantir transferência de renda e estimular a autonomia financeira das mulheres.

Rede de proteção contra violência

A proteção às mulheres em situação de violência também aparece como eixo central das políticas públicas estaduais.

Entre as iniciativas destacam-se o aplicativo Mulher Segura, a ampliação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e a atuação do Batalhão Maria da Penha, responsável pelo acompanhamento de medidas protetivas.

Operações específicas de combate à violência doméstica também foram lançadas para reforçar o enfrentamento aos crimes contra mulheres.

Moradia para recomeçar

Outro instrumento da rede de proteção é o programa Para Ter Onde Morar – Aluguel Social, que também contempla mulheres em situação de violência doméstica.

Em março, o Governo de Goiás divulgou nova lista de beneficiárias habilitadas para receber o auxílio habitacional.

O benefício mensal de R$ 350, concedido por até 18 meses, busca oferecer segurança e condições para que mulheres possam se afastar de situações de risco e reconstruir suas vidas.

Ciência e inovação no enfrentamento da violência

A agenda de proteção feminina também passou a incorporar ações na área científica.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) lançou edital para financiar projetos de pesquisa voltados ao enfrentamento da violência contra mulheres.

A iniciativa prevê investimento de R$ 1 milhão em estudos que possam transformar evidências científicas em políticas públicas mais eficientes de prevenção e acolhimento.

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