Goiás fecha conexão inédita com o mundo e mira empregos e tecnologia
Goiás acaba de dar um passo iniciado e estratégico: tornou-se o primeiro estado brasileiro a integrar o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri).
A entrada nessa rede coloca Goiás em uma nova posição no cenário internacional, com acesso direto às embaixadas, consulados e grandes empresas ligadas à inovação, meio ambiente e tecnologia.
O Cebri é um dos centros de pensamento mais respeitados da América Latina e reúne 126 associados, incluindo representações diplomáticas da Suíça, Reino Unido, México, Noruega e China.

É uma conquista histórica para Goiás”, afirmou o vice-governador Daniel Vilela.
Além de fortalecer o papel de Goiás como protagonista em temas globais, a parceria deve acelerar projetos nas áreas de inteligência artificial, transição energética e desenvolvimento sustentável.
Segundo o secretário José Frederico Lyra Netto, a oportunidade de participar de discussão com atores internacionais amplia o campo de atuação do estado e pode gerar resultados concretos na economia, com geração de empregos e novas tecnologias.
Com mais de duas décadas de atuação, o Cebri tem sido uma ponte entre o Brasil e o mundo, promovendo a cooperação em políticas públicas e soluções inovadoras para desafios globais.

A nova conexão com o Cebri também representa uma chance para universidades e centros de pesquisa goianos ampliarem seu escopo e estabelecerem parcerias acadêmicas internacionais.


Grandes empresas chegam a Goiás e geram mais empregos para o povo

Goiás tem chamado a atenção de grandes empresas do Brasil e do mundo. Muitas decidiram se instalar aqui nos últimos anos, trazendo empregos e movimentando a economia do estado.
A John Deere, empresa americana de máquinas agrícolas, abriu uma fábrica em Catalão, gerando centenas de empregos e ajudando o comércio local.
A CMOC Brasil, que trabalha com nióbio, bateu recorde de produção e colocou Goiás entre os maiores produtores do mundo nesse setor.
Também se destacam a Ambev, que ampliou sua fábrica em Anápolis, e a CHINT, da China, que vai investir em energia solar no estado.
Esses investimentos geram desenvolvimento e mais oportunidades para os goianos.
