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Pollyana Borges fala de parques, nascentes e arborização para uma Aparecida em expansão

Secretária de Meio Ambiente de Aparecida reforça necessidade de ampliar áreas verdes com o avanço urbano da cidade

Por Matteus Mascena Pereira Marçal
@matteus.marcal

O crescimento urbano de Aparecida de Goiânia precisa ser acompanhado por arborização, proteção das nascentes e drenagem adequada.
A avaliação foi apresentada pela secretária municipal de Meio Ambiente, Pollyana Oliveira Borges, em entrevista ao Jornal Fox TV Brasil, apresentado pelo jornalista Jeová Lopes. Durante a conversa, ela detalhou projetos da pasta e orientações que dependem também da participação dos moradores.

Segundo Pollyana, a intenção é ampliar a arborização em eixos estruturantes e canteiros centrais, utilizando também espécies nativas do Cerrado. A medida acompanha a abertura e consolidação de avenidas e outros espaços urbanos em uma cidade que continua se expandindo.
A recuperação de nascentes também ganhou espaço na entrevista. A Secretaria de Meio Ambiente desenvolve ações em parceria com a PUC Goiás, com participação de estudantes de áreas como Agronomia e Biologia.

Destacou que a ampliação de áreas asfaltadas aumenta a necessidade de estruturas capazes de conduzir a água das chuvas. Para ela, novas obras precisam considerar medidas de drenagem e de compensação ambiental, de modo que o crescimento da cidade não deixe impactos sem resposta.
Segundo Pollyana, a intenção é levar esse modelo a outras regiões. Ela ressaltou que a estrutura pública precisa ser acompanhada pela conscientização de quem produz e descarta os resíduos.

Falou sobre o PATA, centro de castração voltado a animais comunitários e também ao atendimento de moradores de Aparecida.
Durante a entrevista, a secretária informou que denúncias podem ser encaminhadas pelo WhatsApp (62) 98459-1661.

Ao relacionar esses temas, Pollyana reforçou que o desafio ambiental de Aparecida cresce junto com a própria cidade. Mais ruas, avenidas, bairros e empreendimentos aumentam a necessidade de áreas verdes, drenagem, fiscalização, recuperação de nascentes e educação ambiental. Para o morador, a preservação passa também por atitudes cotidianas: descartar resíduos corretamente, cuidar das árvores, evitar danos às áreas naturais e comunicar irregularidades aos órgãos responsáveis.

Outro ponto da entrevista foi a busca por recursos fora do orçamento municipal. A secretária afirmou que a pasta mantém diálogo com a iniciativa privada e também procura oportunidades em programas do governo federal.
A secretaria mantém uma coordenação de educação ambiental que desenvolve atividades com estudantes desde os Centros Municipais de Educação Infantil até o ensino médio.
Para a secretária, a escola tem capacidade de ampliar o alcance dessas orientações porque crianças e adolescentes levam o conteúdo para dentro de casa. Na avaliação dela, essa participação pode ajudar a mudar comportamentos que ainda contribuem para problemas como o abandono de resíduos em locais inadequados.

A atuação de organizações não governamentais também foi mencionada durante a entrevista ao Jornal Fox TV Brasil. Pollyana citou grupos que trabalham com preservação, recuperação de áreas naturais e proteção de recursos hídricos, entre eles Anjos Verdes, Plantadores de Águas e entidades ligadas à Serra da Areia.
Nesse processo, a compensação ambiental aparece como um dos instrumentos para reduzir impactos provocados por intervenções urbanas. A secretária defendeu que essas medidas sejam realizadas dentro do próprio município sempre que houver essa possibilidade, de forma que os efeitos do crescimento também sejam acompanhados por ações de recuperação e preservação.
Para Pollyana, novas avenidas, pavimentação e empreendimentos exigem atenção à drenagem, às áreas de preservação e à cobertura vegetal. O desafio é permitir que a cidade continue crescendo sem tratar a questão ambiental apenas depois que os problemas aparecem.
Ao falar sobre o legado que pretende deixar na secretaria, Pollyana voltou à educação ambiental e à arborização. Ela afirmou que o trabalho nos canteiros centrais deverá incluir espécies nativas do Cerrado e defendeu que a preservação seja incorporada ao cotidiano da cidade, e não tratada apenas durante campanhas ou datas comemorativas.

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