Valéria Pettersen entra na disputa por uma das seis vagas projetadas por União Brasil e PP

Filiada ao PP, pré-candidata chega ao período das convenções enquanto a União Progressista trabalha com projeção de até 900 mil votos em Goiás e articula uma chapa com nomes de forte histórico eleitoral.
A pré-campanha de Valéria Pettersen (PP) à Câmara dos Deputados chega ao período das convenções inserida em uma composição que reúne alguns dos nomes de maior peso eleitoral de Goiás. A Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, trabalha com projeção total entre 850 mil e 900 mil votos no Estado e tem como objetivo conquistar até seis cadeiras na Câmara Federal.
Para Valéria, aliados trabalham com uma projeção entre 50 mil e 60 mil votos, faixa considerada competitiva para colocá-la na disputa pela sexta vaga caso a federação alcance nas urnas o desempenho esperado. A estratégia passa pela formação de uma chapa capaz de combinar candidatos com votações expressivas, parlamentares de mandato e nomes que buscam ampliar espaço no cenário estadual.
Dentro dessa composição, o desempenho coletivo ganha importância na tentativa de transformar a votação total da federação em uma bancada numerosa na Câmara.
Entre os nomes considerados nos cálculos para 2026 está Silvye Alves, que aparece com projeção na faixa de 250 mil votos. José Nelto é projetado entre 120 mil e 130 mil, enquanto Adriano do Baldy aparece com expectativa superior a 100 mil votos. Delegado Waldir é apontado com potencial próximo de 200 mil votos. Seu principal parâmetro em uma disputa para a Câmara é a eleição de 2018, quando foi o deputado federal mais votado de Goiás, com 274.397 votos.
Em 2022, disputou o Senado e recebeu 539.219 votos. Bruno Peixoto também aparece com projeção na faixa dos 200 mil votos para deputado federal. Em 2022, quando disputou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás, recebeu 73.692 votos. Os números de eleições anteriores, entretanto, correspondem a pleitos e, em alguns casos, cargos diferentes. Por isso, não podem ser tratados como uma previsão fechada para 2026.
O histórico eleitoral ajuda, porém, a dimensionar a força dos principais nomes reunidos na composição e a explicar a expectativa de votação coletiva entre 850 mil e 900 mil votos.

Valéria mira espaço na composição
É nesse cenário que a projeção de Valéria Pettersen entre 50 mil e 60 mil votos ganha relevância. A avaliação de aliados é de que candidatos com maior densidade eleitoral podem impulsionar a votação total da federação e ampliar as condições para alcançar as seis cadeiras pretendidas. Valéria aparece, nesse desenho, entre os nomes colocados na disputa pela sexta vaga. A estratégia depende tanto do desempenho individual da pré-candidata quanto do resultado alcançado pelo conjunto da chapa.
Nos últimos meses, Valéria ampliou a articulação em torno de seu nome, com agendas, encontros e aproximação com lideranças de diferentes segmentos. A movimentação ocorre na etapa que antecede a definição formal das candidaturas e busca consolidar apoios dentro e fora de sua principal base eleitoral.
Aparecida de Goiânia ocupa posição estratégica nessa construção
O município representa a principal base política da pré-candidata e concentra parte importante da articulação para que ela alcance a faixa de votação projetada. O período das convenções será decisivo para consolidar a composição que chegará às urnas. Com uma chapa formada por nomes de diferentes perfis e históricos eleitorais, União Brasil e PP apostam na força coletiva para ampliar sua representação goiana na Câmara dos Deputados.
Para Valéria Pettersen, a equação passa por transformar sua presença política em Aparecida, a articulação construída nos últimos meses e a força eleitoral da federação em votos suficientes para entrar na disputa por uma das seis cadeiras projetadas.
Crédito da matéria: Jeová Lopes



