Dono de frigorífico em Goiás diz que denúncia de trans foi uma armação
Leandro Batista Nóbrega, do Frigorífico Goiás, publicou vídeo em que sugere ser vítima de extorsão após acusação de não pagar programa sexual.
Leandro Batista Nóbrega, proprietário do Frigorífico Goiás, conhecido pela famosa “picanha do Bolsonaro”, divulgou um vídeo intitulado “pronunciamento oficial” nesta segunda-feira (13). No vídeo, ele apresenta uma “reconstituição” dos fatos, sugerindo ser vítima de uma armação envolvendo uma denúncia de extorsão.
O vídeo mostra o empresário chegando a uma casa de massagem, onde as “funcionárias” combinam de chamar uma mulher trans para tentar extorqui-lo. Durante a filmagem, Leandro aparece sendo chantageado e afirma que não irá pagar.
Denúncia de extorsão
A publicação do vídeo por Leandro acontece dias após ser acusado de se recusar a pagar por um programa sexual e de fazer ameaças. Segundo a acusação, Leandro teria se irritado quando a acompanhante mencionou que faria o papel de ativa no encontro.
A denunciante relatou que o valor combinado para o programa era de R$ 500 e que o contato inicial ocorreu pelo WhatsApp. Ela registrou a ocorrência na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em 15 de junho.
No boletim de ocorrência, a acompanhante afirma que Leandro, ao descobrir que ela não faria o papel desejado, fez ameaças e ofereceu dinheiro para que o caso não fosse divulgado.



