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Goianienses poderão se inscrever para 4 mil vagas do Aluguel Social a partir de terça-feira (8/4)

Da Redação
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Moradores de Goiânia que enfrentam dificuldades para pagar o aluguel poderão se inscrever, a partir de terça-feira (8/4), para concorrer a uma das 4 mil vagas do programa “Para Ter Onde Morar – Aluguel Social”. O benefício é concedido pelo Governo de Goiás e oferece auxílio mensal de R$ 350 por até 18 meses.
O prefeito Sandro Mabel tem destacado a importância do subsídio e da parceria com o governo estadual.
“Vamos mudar a realidade do déficit habitacional em Goiânia. O benefício vai ajudar muita gente, vai dar segurança para muitas pessoas, inclusive famílias inteiras que moram na rua ou mulheres que são vítimas de agressão e que não podem continuar na mesma casa que o agressor. Com isso, elas vão poder alugar um imóvel e dar mais segurança a ela e aos filhos”, reforça Mabel.
Para participar do processo de seleção do programa, os interessados devem se inscrever, exclusivamente, por meio do endereço eletrônico aluguelsocial.agehab.go.gov.br ou pelo aplicativo “Aluguel Social”, disponível para Android e iOS.
Os principais critérios para receber o benefício são: cadastro atualizado no CadÚnico, morar há pelo menos três anos no município e não ter imóvel próprio. O candidato também precisa atender a pelo menos um dos requisitos específicos, como superendividamento, moradia improvisada, gasto excessivo com aluguel, ser idoso, deficiente, entre outros.
A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, destaca que o programa representa um apoio fundamental para famílias em situação de vulnerabilidade. “O aluguel consome uma grande parte da renda das famílias. Com essa ajuda, elas podem reorganizar suas finanças e investir em outras necessidades essenciais”, afirma.
Desde a criação do programa, em 2021, mais de 12,5 mil famílias goianienses já foram contempladas com o subsídio.
O presidente da Agência Goiana de Habitação (Agehab), Alexandre Baldy, reforça a intenção do governo de ampliar a cobertura do benefício. “Queremos atender cada vez mais famílias e diminuir o impacto do déficit habitacional na capital”, enfatiza.

GED

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