Copa do Mundo de 2026 promete edição histórica e inicia sonho do hexa brasileiro

Torneio nos Estados Unidos, México e Canadá será o maior da história, com 48 seleções, recorde de jogos e impacto econômico bilionário
Marcada por inovação, grandiosidade e simbolismo, a Copa do Mundo de 2026 já começa a movimentar o cenário esportivo global e reacender o sonho brasileiro do hexacampeonato. A próxima edição do Mundial será disputada de forma inédita em três países — Estados Unidos, México e Canadá — consolidando um novo patamar para o maior evento do futebol.
Pela primeira vez na história, o torneio contará com 48 seleções, quase o dobro do formato original, além de 104 partidas distribuídas em 16 cidades-sede. O modelo amplia o alcance do campeonato, aumenta o número de confrontos e transforma a competição em um espetáculo sem precedentes dentro e fora de campo.
A grande final está marcada para o MetLife Stadium, em Nova Jersey, um dos maiores e mais modernos estádios do mundo, casa das equipes da NFL New York Jets e New York Giants. O palco simboliza bem o tamanho da aposta norte-americana no futebol, esporte que cresce de forma acelerada no país.
Os Estados Unidos voltam a sediar uma Copa do Mundo após 32 anos, relembrando o torneio de 1994, marcado pelo tetracampeonato brasileiro. Já o México entra para a história como o primeiro país a receber Mundiais em três décadas diferentes, após as edições de 1970 e 1986. O Canadá, por sua vez, fará sua estreia como país-sede, ampliando definitivamente a presença do futebol no continente norte-americano.
Fora das quatro linhas, os números impressionam tanto quanto dentro de campo. A FIFA projeta uma receita global em torno de US$ 11 bilhões, com impacto econômico estimado em até US$ 41 bilhões no PIB mundial. A procura por ingressos já reflete essa expectativa: mesmo a mais de seis meses do início da competição, mais de 150 milhões de solicitações foram registradas, volume cerca de 30 vezes maior que a oferta disponível.
Com inovação, memória afetiva e cifras recordes, a Copa de 2026 se desenha como um divisor de águas na história do futebol — e o Brasil já começa a mirar, desde já, o caminho rumo ao tão sonhado hexa.



