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Cláudia Abreu celebra liberdade artística entre a TV aberta e o streaming

Após mais de três décadas como um dos rostos mais emblemáticos da teledramaturgia brasileira, Cláudia Abreu vive uma fase marcada pela liberdade de escolhas e pela diversidade de projetos. A atriz encerrou em 2023 seu contrato fixo de 37 anos com a TV Globo, passando a atuar por obra, modelo que, segundo ela, apenas formalizou uma postura que sempre existiu ao longo da carreira: a busca por autonomia criativa.

Mesmo durante o longo vínculo com a emissora, Cláudia fez pausas estratégicas para se dedicar ao cinema, ao teatro e, mais recentemente, às produções de streaming. Em 2025, ela voltou às novelas ao integrar o elenco de Dona de Mim, na faixa das sete, conciliando o retorno à TV aberta com novos trabalhos em plataformas digitais.

Para a atriz, a transição entre formatos não estabelece hierarquias de público. Cláudia defende que a televisão aberta segue essencial por alcançar milhões de pessoas que não têm acesso a serviços pagos, reforçando a importância social da dramaturgia exibida em rede nacional. Ao mesmo tempo, reconhece no streaming um espaço fértil para narrativas mais ousadas e personagens complexos.

Essa complexidade marca sua atuação em Sutura, drama médico que estreia no canal AXN. Na série, Cláudia interpreta uma cirurgiã brilhante e cheia de contradições, reafirmando sua preferência por personagens que refletem as ambiguidades humanas — seja na TV aberta ou fora dela.

GED

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