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Casos de mpox sobem no Brasil e país já soma 88 registros em 2026

São Paulo concentra maioria das infecções; Ministério da Saúde afirma que não há mortes neste ano

O Brasil já contabiliza 88 casos confirmados de mpox em 2026, segundo dados atualizados pelo Ministério da Saúde. Outros dois casos seguem em investigação. O número praticamente dobrou em poucos dias: em 20 de fevereiro, eram 48 confirmações.

Apesar do aumento recente, o país não registrou mortes neste ano. De acordo com a pasta, a maioria dos pacientes apresenta quadros leves ou moderados da doença.

Em 2025, foram confirmados 1.079 casos e duas mortes. No mesmo período do ano passado, o Brasil somava 215 registros.


Onde estão os casos confirmados

A maior concentração de infecções em 2026 está em São Paulo, que responde por 62 dos 88 casos confirmados.

Os demais registros estão distribuídos da seguinte forma:

  • 15 no Rio de Janeiro
  • 4 em Rondônia
  • 3 em Minas Gerais
  • 2 no Rio Grande do Sul
  • 1 no Distrito Federal
  • 1 no Paraná

O Ministério da Saúde informou que segue monitorando o cenário epidemiológico e atuando em conjunto com as vigilâncias estaduais.


O que é mpox

A mpox é uma doença viral causada pelo vírus monkeypox, da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões na pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou objetos contaminados.

Entre os sintomas mais comuns estão:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Ínguas (linfonodos inchados)
  • Lesões na pele, que podem surgir no rosto, mãos, pés, genitais e outras regiões

Na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve e autolimitada. No entanto, pessoas com imunidade comprometida podem apresentar maior risco de complicações.


Monitoramento e prevenção

Brasil registra 88 casos de mpox em 2026; São Paulo concentra maioria das infecções.(instituto Osvaldo Cruz)

As autoridades sanitárias reforçam a importância da identificação precoce dos sintomas e da busca por atendimento médico em caso de suspeita. O isolamento de casos confirmados e o rastreamento de contatos seguem como principais estratégias para conter a disseminação do vírus.

O Ministério da Saúde informou que mantém acompanhamento constante da situação e poderá adotar medidas adicionais caso haja mudança no padrão de transmissão.

GED

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