Professor da UFG é destaque em inteligência artificial no Brasil
Anderson Soares, natural de Catalão, é reconhecido como o brasileiro mais influente na área de inteligência artificial segundo o estudo Pulso 2026/2027.
O professor Anderson Soares, da Universidade Federal de Goiás (UFG), foi apontado como o brasileiro mais influente no segmento de inteligência artificial, conforme revela o estudo Pulso 2026/2027. O levantamento, realizado pela Deck e pela Nexus, empresas da FSB Holding, analisou mais de 2 mil perfis em 21 setores da economia nacional.
Nascido em Catalão, no sudeste goiano, Anderson Soares obteve nota máxima nos critérios de afinidade, influência e reputação. Ele foi responsável pela criação do bacharelado em Inteligência Artificial da UFG e pela fundação do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA), contribuindo significativamente para o desenvolvimento da área no Brasil.
Trajetória acadêmica e profissional
Anderson iniciou seus estudos em inteligência artificial durante a graduação em Engenharia de Computação na PUC Goiás, no início dos anos 2000. Posteriormente, seguiu sua pesquisa no mestrado e doutorado na USP e no ITA. Ao ingressar como professor na UFG, intensificou sua atuação na área, sendo um dos pioneiros no estado de Goiás.
O professor destacou a importância do CEIA e do curso de inteligência artificial para o reconhecimento que hoje Goiás possui no cenário nacional. “A criação do CEIA e do curso de inteligência artificial são fatores que alavancaram nossa reputação no Brasil”, afirmou Anderson.
Goiás como polo de referência
Anderson Soares acredita que Goiás conquistou um espaço significativo no desenvolvimento de inteligência artificial no país. Apesar de muitas empresas atendidas pelo CEIA estarem localizadas no Sudeste, o estado se tornou uma referência em termos de profissionais e pesquisadores da área.
O estudo Pulso 2026/2027 não se trata de um ranking, mas sim de uma análise abrangente de influência e reputação, onde os profissionais aparecem em ordem alfabética. A metodologia utilizada combinou análise de presença digital, ferramentas de mercado e avaliação humana.



