Operação Cidade Segura retira 203 toneladas de fios irregulares em Goiânia
Ação da Agência de Regulação já regularizou 4,6 mil postes e melhora a rede aérea da capital.
A Operação Cidade Segura, coordenada pela Agência de Regulação de Goiânia, já removeu 203 toneladas de cabeamentos e fios soltos, irregulares ou sem uso desde outubro de 2025. As ações abrangem 125 km de perímetro em diversas regiões da capital, incluindo corredores importantes como as avenidas T-63, Mangalô, 24 de Outubro e 85, além das avenidas Bernardo Sayão, Marechal Rondon e Senador Jaime.
Organização dos postes
A iniciativa visa enfrentar problemas relacionados à ocupação irregular dos postes e ao acúmulo de cabos sem uso na rede aérea. Até agora, 4.621 postes foram regularizados em Goiânia, especialmente em áreas com grande circulação de veículos e pedestres que necessitavam de reorganização da infraestrutura compartilhada entre empresas de telecomunicações e energia.

Coordenação e responsabilidade
O presidente da Agência de Regulação de Goiânia, Hudson Novais, destacou a importância do trabalho integrado para direcionar ações nos pontos que mais precisam de intervenção. “A responsabilidade pela instalação e manutenção dos cabos é das empresas de telecomunicações, conforme as normas técnicas. A operação foi estruturada para reunir os responsáveis pela ocupação da rede aérea em uma mesma frente de trabalho, permitindo ampliar o alcance das ações e avançar nessa organização”, afirmou.
Como a população pode ajudar
As ações incluem o acompanhamento da ocupação da rede aérea e a verificação do cumprimento das normas que regulamentam o uso e compartilhamento dos postes. Os serviços envolvem a identificação de cabeamentos inoperantes, retirada de estruturas obsoletas e organização das redes instaladas. A população pode solicitar o serviço pelo telefone da ouvidoria da Agência de Regulação, no número (62) 3416-2653, enviando foto, vídeo e endereço para atendimento.

O trabalho é realizado de forma integrada entre a Prefeitura de Goiânia, empresas de telecomunicações, o Ministério Público de Goiás (MP-GO) e a Equatorial Energia. Após a retirada, os materiais são encaminhados à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra) para destinação ambientalmente adequada.



